Entre as variedades mais comuns dessa hortaliça mundialmente conhecida e consumida encontram-se a romana e a americana, as quais descreveremos mais atentamente nas próximas linhas ao lado de outras variedades. Chamo a atenção para a nomenclatura desses dois tipos de alface no intuito de revelar que, até mesmo a história e a geografia referendam a presença desse alimento mundialmente. O que quero dizer com isso? Que ao assumir variedades que são denominadas a partir de dois diferentes continentes, já podemos perceber tratar-se de um alimento globalizado. As matrizes geográficas associadas aos nomes dessas variedades as colocam em voga na Europa e na América e nos induzem a pensar em trocas mercantis e culturais que permitiram seu deslocamento para as outras regiões do mundo.
Ao mesmo tempo, há também a consideração de caráter histórico a partir dos paralelos que podemos traçar entre os impérios romano e norte-americano e os processos de imposição cultural desenvolvidos pelos mesmos que levaram seus hábitos, artes, vestuários, línguas, habitações, veículos, estruturas de trabalho, gastronomias (e alimentos, evidentemente) para muito além de suas fronteiras originais.
A presença da alface no cardápio de povos de todos os cantos do mundo aproxima esse alimento da idéia de imperialismo exercido pelos romanos na Antiguidade e pelos norte-americanos no mundo contemporâneo. Não queremos com essa comparação desvalorizar ou antipatizar aos olhos do grande público essa tão popular base de saladas consumidas mundialmente. Pretendemos apenas destacar que, independentemente da ação desses povos, a alface realmente ganhou o mundo e conquistou os povos e locais por onde passou, tornando-se soberana em cardápios e culturas tão díspares quanto as orientais e as ocidentais.
Ao mesmo tempo, há também a consideração de caráter histórico a partir dos paralelos que podemos traçar entre os impérios romano e norte-americano e os processos de imposição cultural desenvolvidos pelos mesmos que levaram seus hábitos, artes, vestuários, línguas, habitações, veículos, estruturas de trabalho, gastronomias (e alimentos, evidentemente) para muito além de suas fronteiras originais.
A presença da alface no cardápio de povos de todos os cantos do mundo aproxima esse alimento da idéia de imperialismo exercido pelos romanos na Antiguidade e pelos norte-americanos no mundo contemporâneo. Não queremos com essa comparação desvalorizar ou antipatizar aos olhos do grande público essa tão popular base de saladas consumidas mundialmente. Pretendemos apenas destacar que, independentemente da ação desses povos, a alface realmente ganhou o mundo e conquistou os povos e locais por onde passou, tornando-se soberana em cardápios e culturas tão díspares quanto as orientais e as ocidentais.
Ao mesmo tempo, há também a consideração de caráter histórico a partir dos paralelos que podemos traçar entre os impérios romano e norte-americano e os processos de imposição cultural desenvolvidos pelos mesmos que levaram seus hábitos, artes, vestuários, línguas, habitações, veículos, estruturas de trabalho, gastronomias (e alimentos, evidentemente) para muito além de suas fronteiras originais.
A presença da alface no cardápio de povos de todos os cantos do mundo aproxima esse alimento da idéia de imperialismo exercido pelos romanos na Antiguidade e pelos norte-americanos no mundo contemporâneo. Não queremos com essa comparação desvalorizar ou antipatizar aos olhos do grande público essa tão popular base de saladas consumidas mundialmente. Pretendemos apenas destacar que, independentemente da ação desses povos, a alface realmente ganhou o mundo e conquistou os povos e locais por onde passou, tornando-se soberana em cardápios e culturas tão díspares quanto as orientais e as ocidentais.
Ao mesmo tempo, há também a consideração de caráter histórico a partir dos paralelos que podemos traçar entre os impérios romano e norte-americano e os processos de imposição cultural desenvolvidos pelos mesmos que levaram seus hábitos, artes, vestuários, línguas, habitações, veículos, estruturas de trabalho, gastronomias (e alimentos, evidentemente) para muito além de suas fronteiras originais.
A presença da alface no cardápio de povos de todos os cantos do mundo aproxima esse alimento da idéia de imperialismo exercido pelos romanos na Antiguidade e pelos norte-americanos no mundo contemporâneo. Não queremos com essa comparação desvalorizar ou antipatizar aos olhos do grande público essa tão popular base de saladas consumidas mundialmente. Pretendemos apenas destacar que, independentemente da ação desses povos, a alface realmente ganhou o mundo e conquistou os povos e locais por onde passou, tornando-se soberana em cardápios e culturas tão díspares quanto as orientais e as ocidentais.
Ao mesmo tempo, há também a consideração de caráter histórico a partir dos paralelos que podemos traçar entre os impérios romano e norte-americano e os processos de imposição cultural desenvolvidos pelos mesmos que levaram seus hábitos, artes, vestuários, línguas, habitações, veículos, estruturas de trabalho, gastronomias (e alimentos, evidentemente) para muito além de suas fronteiras originais.
lindo
ResponderExcluirai sim em
ResponderExcluirtop
ResponderExcluirlegal
ResponderExcluirMuito legal
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